terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Com 63 votos favoráveis, Senado aprova nome de Vital do Rêgo para ministro do TCU

Senador paraibano teve 63 votos favoráveis, um contrário, de Jarbas Vasconcelos, e uma abstenção. A indicação agora segue para análise da Câmara dos Deputados.
Waldemir Barreto/Agência Senado
Waldemir Barreto/Agência Senado
O plenário do Senado aprovou na tarde desta terça-feira (2) o nome do senador Vital do Rêgo (PMDB) para ocupar uma vaga como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). A votação se deu por 63 votos favoráveis, um contrário e uma abstenção. A indicação agora segue para análise da Câmara dos Deputados.
O nome de Vital foi indicado para ocupar a vaga deixada pelo ministro José Jorge, obrigado a se aposentar a ter completado 70 anos no último dia 18. Dos nove ministros do TCU, três são indicados pelo presidente da República, três pela Câmara dos Deputados e três pelo Senado Federal.
“Agradeço a todos, estou muito feliz com a confiança que o Senado Federal me dá no dia de hoje”, disse Vital do Rêgo após ter a indicação aprovada pelos senadores.
O paraibano recebeu durante a sessão o cumprimento de vários senadores, entre eles o do adversário local Cássio Cunha Lima (PSDB), que fez questão de dizer que votou a favor do peemedebista. “Por reconhecer em vossa excelência os méritos, a capacidade e a excelência para o exercício da função de ministro do Tribunal de Contas”, disse o tucano.
O voto contra Vital foi dado pelo senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Ele declarou que o posicionamento foi motivado pelo fato de fazer oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT).
Mais cedo, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado sabatinou Vital e aprovou a indicação do senador.
“Vi no relatório de atividades que o TCU concluiu em 2013 ações de controle prévio que evitou prejuízo de R$ 20 bilhões em 2011, R$ 12 bilhões em 2012 e R$ 14 bilhões em 2013. É uma estratégia de sucesso e deve ser aperfeiçoada permanentemente pelo tribunal. Caso seja escolhido serei permanentemente escravo dos princípios que regem a Constituição Federal e exercício da magistratura, sem deixar o aperfeiçoamento das políticas públicas no país”, garantiu Vital.

JornaldaParaíba.com.br

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