
Fabrício
da Silva, de 23 anos, foi preso na manhã deste domingo suspeito de matar uma
professora com linha de cerol. Equipes da Força Tática do 1º Batalhão da
Polícia Militar o localizaram no bairro Ilha do Bispo, zona Oeste de João
Pessoa.
A
professora da rede estadual, Helena Cândida Nazaré da Silva, de 35 anos morava
no Conjunto Várzea Nova, em Santa Rita, região metropolitana da Capital, e
morreu degolada quando trafegava com sua moto pela “Ponde do Baralho”, depois
de ser atingida por uma linha de cerol. O fato aconteceu na última
segunda-feira (26).
Fabrício
deverá ser indiciado por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar.
Cerol
é o nome atribuído a uma mistura de cola com vidro moído (ou limalha de ferro)
que é aplicado em linhas de papagaios, também conhecidos como pipas.
A
substância é aplicada diretamente na linha que será usada para empinar a pipa.
A cola serve como aglomerante, enquanto o pó de vidro ou ferro serve como
abrasivo. O resultado é uma linha extremamente cortante, que pode trazer riscos
(inclusive de morte) para quem aplica e para quem usa a linha com cerol. Além
disso, as linhas com cerol trazem riscos para a vida selvagem (em especial
pássaros), para pedestres, motociclistas e motoristas de carros conversíveis.
No
Brasil, há atividades envolvendo a substância, com a realização de disputas
entre as crianças e adolescentes para ver quem consegue cortar a linha da pipa
do outro.
portal correio / Bayeuxjovem
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