terça-feira, 13 de março de 2012

POR UM CONDE VIÁVEL.




                        POR UM CONDE VIÁVEL
  O Conde, um município com muitas incongruências por está entre as dez maiores receitas na Paraíba com seus 223 municípios, no entanto, não condizente com a realidade de seu povo, onde não se tem a infra-estrutura elementar como o abastecimento d’água, esgotamento sanitário, o que acontece de mais significativo no município dentre os projetos e convênios do governo Federal, citamos o Programa Minha Casa minha Vida. A situação política no município de Conde é favorável ao avanço de forças políticas que tragam a perspectiva de mudanças na estrutura de poder. O fraco desempenho do atual Gestor e seu vice com altos índices de rejeição reforçam essa tese, aliados a total dependência de um legislativo que pouco tem contribuído em propostas e resoluções de problemas relativos aos interesses maiores da população.

  A oposição independente de alguns setores da sociedade civil organizada aos poucos vai tomando forma e consistência na defesa de um projeto viável e possível para o Conde. Faz parte do processo eleitoral e democrático a busca da diferenciação entre as forças políticas envolvidas, sobretudo as dita de oposição. Entretanto, é importante lembrar ao eleitor não cair mais em promessas vazias, como as feitas em cartilhas (programas) nas eleições passadas em que pesem as promessas irrealizáveis e, portanto não cumpridas como é do conhecimento de todos.

  Jamais teremos futuro se não enfrentarmos os problemas de frente, levando-se em conta os apoios recebidos pelas circunstâncias que denotam a necessidade de mudanças, é o movimento atingindo as idéias, o que estava estabelecido precisa avançar e ao mudar às vezes quebramos regras e a reação é instantânea provocando a insatisfação dos que não querem romper com as estruturas dominantes e ultrapassadas em gerir os recursos públicos com mais transparência e ouvindo os setores representativos da sociedade. “O poder tende a corromper, o poder absoluto corrompe absolutamente.” Alguns gestores deixam-se embriagar por essa condição e se apropriam do poder como propriedade pessoal e com isso cresce no governante a vontade de agradar a todos, reduzindo a oposição à condição de insignificância política.

   A história é um processo aberto, que depende da ação consciente e organizado de todos. Portanto é preciso convencer o povo: A autoridade é o eleitor/cidadão, devemos eleger com justiça social, com a consciência livre.

Por isso, que os gestores como as fraldas precisam ser trocados. “Enquanto recursos públicos se evaporam em festas de fraternidade, um sino de fogo rosa soa nas nuvens.”

  Esperamos com isso levarmos a reflexão e conclamarmos a população à união e na busca de elementos novos na solução dos problemas da Comunidade, cobrando das nossas autoridades o mínimo prometido nas eleições passadas e que não foram cumpridas.

Joseley Lira.



                                                           1.2.3...

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